Gloria Coelho nunca me decepciona. Até a meia-calça com a barra lateral colorida, coisa que a gorda aqui nunca vai se atrever a usar, encanta. Interessante é a visão da estilista. A inspiração “anos 30, 50, 60, 90 e 2012 + neutrinos (fui pesquisar no google o que significa) e vulcões” para mim é o caminho que a moda está tomando, o passado sem se prender numa única referência misturado com o futuro utilizáve hoje.
Dá pra ajustar as roupas? A coleção Maria Bonita apresentou look comuns, mas adaptáveis para o dia-a-dia. O grande problema, em minha opinião, foi o caimento. Parece que tudo tem uma “papada” e isso não fica bonito em ninguém.
Outra coleção que veio sem criatividade foi a da Uma Raquel Davidowicz. Isso torna fácil para quem não entende de moda (EU) olhar uma peça e gostar, mas isso a gente faz em loja, né?
Encerrar o dia de desfiles com Lino Villaventura, principalmente depois de ver tanta “simplicidade”, é ter esperança na moda nacional. Não são looks para as pessoas comuns em lugares mais comuns ainda. Tudo é uma festa de luxo sem parecer fantasia de carnaval. Não tem como não babar, mesmo que eu nunca vá usar um dos looks.